Passos da modernidade

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“Curem os doentes e digam ao povo: O Reino de Deus está próximo de vocês” (Lc 10,9)

 

A Igreja de Jesus é depositária de verdades eternas. Os costumes, porém, mudam e, caminhando na história, a Igreja está sempre convidada a renovar-se. O Concílio Vaticano II – 1962-1965 – foi uma iniciativa neste sentido. O saudoso João XXIII definiu este concílio como primavera do Espírito Santo. Foi uma bem-sucedida tentativa de a Igreja acertar o passo com a modernidade. A Igreja, antes do Vaticano, era definida como exército de Cristo. Os documentos conciliares passaram a definir a Igreja como Povo de Deus. O Concílio de Trento apostou nos padres para a renovação renovação religiosa. E o Vaticano II pode ser considerado o concílio dos leigos. Com acento no Batismo, foi decretada a maioridade do leigo, discípulo-missionário do Senhor.

 

Para meditar: “É preciso mudar muito para ser sempre o mesmo” (Dom Helder Câmara).